Hoje é dia 03 de dezembro, mais precisamente 09h44 da manhã. Gostaria de lembrá-los que falta 18 dias para o verão. Só 18 dias.
Isso significa que não tem mais tosse, não tem mais rinite, não tem mais casalzinho grudadinho de amorzinho porque o verão tá chegando e, com o sol, chega a praia, as festas, curar ressaca de caipirinha com cerveja (quem é que namora nessa época né) e logo, logo tem carnaval.
E é, com muita alegria, que comunico que sobrevivi à primavera.
Sobrevivi não sem algumas marcas, mas sobrevivi e cheguei ao meu segundo mês favorito do ano: dezembro, o mês do amor.
Mês que a gente começa no gás tentando salvar o semestre nas últimas provas, trabalhando feito louco e conciliando tudo isso com festinhas de confraternização até do inferno com a presença ilustre do diabo que fica meio loucão depois das três da manhã. E depois do dia 23, dia da preparação oficial pro natal, a gente come até ter a sensação de que vai encostar na língua e sentir a última garfada de comida que engoliu, e aproveita as férias do jeito que nos deixa feliz.
O que eu vou fazer este ano eu não sei. Por enquanto eu estou tentando salvar meu semestre, trabalhando feito louca e conciliando tudo isso com festinhas de confraternização que, no caso, quem aparece é o meu chefe e fica muito louco depois das três da manhã.
Talvez eu vá pra praia dar uns beijos nos caras que até então estavam namorando e eu estava cobiçando, talvez eu cure ressaca de caipirinha com cerveja, talvez eu vá no pré-carnaval e dê pt na casa do meu melhor amigo. Talvez eu esteja a fim de só passar em casa vendo filme e série.
Talvez.
Sei lá.
Dezembro é o mês do amor, afinal. Mas dezembro é o último mês da vida que eu estou levando agora. As coisas vão mudar e eu sinto isso, então talvez eu só queira aproveitar o marasmo que eu não tive durante os onze meses anteriores.
Na verdade eu acho que já fiz nos onze meses o que as pessoas esperam pra fazer no décimo segundo. Acho que agora eu só tava a fim de sossegar.
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