A cama era quente,
o beijo era quente,
a pele era quente,
o abraço era quente.
Quase incendiou.
Baby, tudo era quente
e até o sol esquentou.
Inverno.
Inferno na cama,
mãos dadas, apertadas.
Baby, chega de drama.
Tudo era quente,
menos o meu coração.
terça-feira, 30 de abril de 2013
domingo, 28 de abril de 2013
sábado, 27 de abril de 2013
Reivindico meu direito de não rimar
Nesta poesia não há rimas
E talvez nela, nunca houve.
As palavras combinadas, as rimas
não são nada mais que palavras combinadas.
Musicalidade poética e tristonha, apenas.
Poucas vezes um poeta alegre escreve.
Um poeta alegre sente. E guarda a alegria para ele.
Porque um poeta que é poeta alegre sabe:
A alegria é um sentimento precioso demais para ser
esbanjado em apenas palavras.
Amor, eu não sei ao certo quando as rimas da poesia se
perderam.
Mas se não há rima na poesia, a gente vive uma vida
rimada.
Meio soneto
Mulher ladra,
mulher insana.
Mulher que ladra.
Bem acho que todas são assim:
um pouco mulher cruel,
um pouco mulher querubim.
Pseudônimo: saudade II
E a tua ausência presente em tudo
E a tua presença presente na tua ausência
E a tua ausência desmoronando tudo
E a tua presença ausente do mundo.
Pseudônimo: saudade
O tempo passa tão rápido
Que mal pisquei e você já passou
Já foi embora e eu não vi você passar
Agora não passa nem você, nem saudade
Nem v o n t a d e de te ver.
Picuinhas que o outono reivindica
Eu queria saber qual é a desse medo idiota de falar. Já viu essa
parada de medo de falar? Medo de pedir? Medo de se declarar? Medo de viver? Porra, a vida já é curtinha, curtinha, e a gente ainda perde tempo com essas bobagens de medo. Quando formos embora não levaremos nem o corpo que nossa alma usa. Nem o corpo, nem os medos. Chega de medo. A partir de agora vou parar de ter medo de fazer as coisas que eu gosto. Pra começar vou sentir o vento do outono bater na bunda. Isso mesmo. Vou correr pelada!
Assinar:
Postagens (Atom)